Dia 11
Abril 4th, 2008
O eu, a sombra e as máscaras; o indivíduo exposto.
O indivíduo exposto é em última instância aquele que se expõe verdadeiramente a si mesmo e que entra em contato com a sua sombra, a parte de si que não se quer ver. E também com suas máscaras, fundamentais para a convivência em sociedade, mas podendo ter a “sutil” diferença da consciência. Aquele que toma consciência de sua sombra e das suas máscaras, que se expõe desnudamente a si mesmo tem a vantagem de estar caminhando a um vir a ser mais completo, baseado em escolhas individuais e não em imposições sociais.
E está também exposto a críticas, às mais duras, porque são as “auto” críticas e para essas não há abrandamento. O formidável é que essa exposição a si mesmo leva cada um de nós a lugares jamais imaginados por nós, dentro de nós mesmos e essa viagem é deliciosa. Porém não é pouco dolorida, afinal para se chegar aos lugares mais bonitos, as estradas costumam ser as mais difíceis de trafegar. É preciso que se suporte buracos, caminhos errados, bifurcações duvidosas, que se deixe a zona de conforto daquilo que é comum a nós, ao qual já estamos acostumados e que olhemos com outros olhos diariamente para que essa exposição aconteça e para que ao final dela se chegue exatamente na ilha maravilhosa que somos nós (ou que podemos ser).
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2 Comentarios
Deixe seu comentario1. Fafá Noronha | Abril 4th, 2008 at 3:45 pm
Ei!Cadê o Léo?
2. Cristiano Censoni | Abril 5th, 2008 at 3:02 am
Leo! Kd o Leo!
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